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Analista de Sustentabilidade Jr

Grupo EPR • Brasil • Added on Oct 9, 2026
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Neste cargo, você dará suporte à operação de sustentabilidade da EPR Paraná, mantendo planilhas e indicadores ambientais e de qualidade, organizando documentos do Sistema de Gestão Integrada e apoiando inspeções de campo e o cumprimento de licenças e condicionantes. No dia a dia, o foco é garantir que as rotinas ambientais e de qualidade da concessionária estejam organizadas, sejam rastreáveis e atendam às normas ISO 9001 e ISO 14001.

A relevância do cargo está ligada à atuação da EPR em concessões rodoviárias, um setor em que o desempenho ambiental e a conformidade com as normas são fundamentais para manter a licença social para operar. O trabalho ajuda a transformar exigências regulatórias em controles e indicadores concretos, contribuindo para integrar práticas ESG à operação das rodovias do Paraná.

Esta vaga é para quem tem experiência inicial em sustentabilidade, meio ambiente ou SGI e quer construir carreira em gestão ambiental aplicada à infraestrutura. É importante ter atenção aos detalhes, organização para lidar com documentos e vontade de aprender, na prática, sobre as normas ISO.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais atividades e responsabilidades da função?

As principais missões do Analista de Sustentabilidade Jr na EPR envolvem dar suporte à execução das rotinas de sustentabilidade, com foco em controles documentais, monitoramento de indicadores ambientais e de qualidade e manutenção do Sistema de Gestão Integrada. No dia a dia, isso significa atualizar planilhas, registros e sistemas, organizar documentos, licenças e condicionantes e apoiar inspeções de campo para levantamento de dados ambientais. Além da rotina operacional, o cargo participa da revisão e atualização de procedimentos e instruções de trabalho, contribuindo para que o SGI reflita a prática real das equipes. Também há um componente de engajamento interno, com apoio a campanhas e treinamentos relacionados ao sistema de gestão, o que ajuda a difundir a cultura de qualidade e meio ambiente na concessionária. Em prazos mais longos, espera-se que essa atuação contribua para a conformidade normativa e para a integração das práticas ESG à operação. O impacto é incremental: manter a base de dados confiável, os documentos em ordem e as licenças sob controle é o que permite que a EPR sustente sua licença para operar e avance em metas ambientais mais amplas.

Principais oportunidades de aprendizado nesta função

Este cargo oferece uma base prática valiosa em Sistemas de Gestão Integrada, especialmente nas normas ISO 9001 e ISO 14001, com exposição também a noções de ISO 45001. O contato direto com licenças, condicionantes e legislação ambiental ajuda a construir um repertório técnico que dificilmente se aprende apenas na teoria. A atuação em inspeções de campo e no levantamento de dados ambientais permite desenvolver habilidades de coleta, registro e análise de informações, além de familiaridade com indicadores de qualidade e meio ambiente. Participar de campanhas e treinamentos internos também contribui para o desenvolvimento de comunicação e engajamento de equipes. Em uma empresa de infraestrutura rodoviária, o aprendizado tende a ser aplicado e concreto: o analista vê como normas e procedimentos se traduzem na operação real de uma concessão. Isso pode abrir portas para funções mais especializadas em SGI, meio ambiente ou ESG dentro do grupo.

Como é o perfil ideal para a vaga (experiência e habilidades)?

O candidato ideal provavelmente tem pelo menos um ano de experiência em atividades de sustentabilidade, meio ambiente ou SGI, além de ensino médio completo e domínio básico do Pacote Office. É desejável que esteja cursando ensino superior em Engenharia Ambiental, Engenharia de Segurança do Trabalho, Biologia, Geografia, Administração ou áreas afins. Conhecimentos introdutórios em normas ISO e sistemas de gestão, especialmente ISO 9001, 14001 e 45001, e noções de legislação ambiental tendem a ser diferenciais relevantes. A CNH B é um requisito desejável que sinaliza a possibilidade de deslocamentos a campo para inspeções e levantamento de dados. Em termos comportamentais, espera-se organização, atenção a detalhes e boa comunicação para lidar com documentação, planilhas e interfaces com diferentes áreas. Como o cargo é júnior, a disposição para aprender e a consistência na execução de rotinas podem pesar mais do que uma trajetória extensa.

Dicas para se destacar e ter sucesso na candidatura

Para se destacar, vale demonstrar familiaridade concreta com rotinas de SGI, controle documental e monitoramento de indicadores ambientais, mesmo que em experiências anteriores de menor escala. Como a vaga é júnior, exemplos práticos de organização de planilhas, apoio a auditorias ou acompanhamento de licenças podem ser mais convincentes do que discursos genéricos sobre sustentabilidade. Na candidatura, é útil evidenciar conhecimentos introdutórios em ISO 9001 e ISO 14001 e noções de legislação ambiental, além de mencionar cursos, treinamentos ou projetos acadêmicos relacionados. Se houver CNH B e disponibilidade para campo, isso deve ficar claro, pois sinaliza aderência às inspeções e levantamentos previstos na rotina. Na entrevista, vale mostrar entendimento do contexto de concessões rodoviárias e do papel da conformidade ambiental na operação. Conectar sua motivação ao propósito de desenvolvimento sustentável da EPR e à ideia de que a base operacional sustenta a agenda ESG pode diferenciar sua candidatura de outras igualmente qualificadas.

Em quais aspectos da sustentabilidade da empresa essa função deve se concentrar?

A atuação deste cargo está menos ligada a estratégias amplas de descarbonização e mais à base operacional que sustenta a conformidade ambiental da EPR Paraná. Isso inclui monitoramento de indicadores ambientais, controle de licenças e condicionantes e manutenção do Sistema de Gestão Integrada nas normas ISO 9001 e ISO 14001, pilares que dão lastro à agenda ESG da concessionária. Como a EPR opera concessões rodoviárias, temas como gestão de resíduos, controle de emissões, proteção de áreas lindeiras e atendimento à legislação ambiental tendem a aparecer no cotidiano. O cargo apoia a integração dessas práticas ESG à rotina das equipes, ajudando a transformar exigências regulatórias em processos e evidências verificáveis. Em uma empresa que se posiciona como plataforma de investimentos em infraestrutura com propósito de desenvolvimento sustentável, esse suporte operacional é o que permite que compromissos ambientais e de qualidade sejam efetivamente acompanhados e reportados. A contribuição do analista júnior, portanto, é menos visível ao público, mas crítica para a consistência da agenda de sustentabilidade no dia a dia.

Quais são os principais desafios que alguém nessa função pode enfrentar?

Um dos principais desafios será equilibrar a rotina operacional de atualização de planilhas, registros e documentos com a necessidade de atenção a prazos de licenças e condicionantes ambientais. Como se trata de uma concessionária de rodovias, atrasos ou inconsistências nesses controles podem gerar riscos regulatórios, o que exige disciplina e senso de prioridade. Outro ponto é a interface com diferentes áreas e níveis de hierarquia: o analista júnior precisa coletar dados de equipes de campo, alinhar procedimentos com qualidade e segurança e, ao mesmo tempo, manter a documentação do SGI organizada. Isso demanda habilidade de comunicação e capacidade de lidar com informações dispersas. Por fim, a curva de aprendizado sobre normas ISO e legislação ambiental pode ser íngreme para quem tem experiência inicial. O cargo exige leitura técnica, atualização constante e cuidado com detalhes, o que pode ser desafiador em períodos de auditoria ou de revisão de procedimentos.

Como pode ser um dia típico de trabalho nessa função?

O dia de um Analista de Sustentabilidade Jr na EPR tende a começar com a atualização de planilhas e indicadores ambientais e de qualidade, garantindo que os dados coletados em campo estejam consistentes e disponíveis para as áreas técnicas. Ao longo da manhã, podem surgir demandas de organização de documentos, licenças e condicionantes, além do acompanhamento de pendências do Sistema de Gestão Integrada. Parte da rotina pode envolver saídas a campo para apoiar inspeções ambientais e levantamento de dados, em articulação com equipes de operação e manutenção das rodovias. Também é provável que haja interação com colegas de qualidade, segurança do trabalho e meio ambiente para alinhar procedimentos e instruções de trabalho. Em dias de campanha interna ou treinamento, o ritmo muda um pouco: o foco passa a ser apoiar a comunicação e a capacitação das equipes sobre práticas do SGI. A variabilidade tende a aumentar em períodos de auditoria, renovação de licenças ou revisão de procedimentos, quando os controles documentais ficam mais intensos.

Quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional nessa função?

A trajetória natural neste cargo pode incluir a progressão para posições de Analista de Sustentabilidade Pleno ou Sênior, com maior autonomia na gestão de indicadores, auditorias e projetos de melhoria contínua. O contato com o SGI e as normas ISO também pode abrir portas para especializações em qualidade, meio ambiente ou segurança do trabalho. Em um grupo que administra seis concessões rodoviárias, há possibilidade de mobilidade lateral entre unidades ou projetos, especialmente para quem demonstra domínio dos processos e boa articulação com as equipes operacionais. Essa experiência pode ampliar o contato com diferentes realidades regulatórias e ambientais. Além disso, participar de campanhas, treinamentos e revisões de procedimentos tende a desenvolver habilidades de comunicação e gestão de projetos, valorizadas em futuras funções de coordenação ou coordenação de ESG. O crescimento, porém, dependerá de iniciativa e consistência no dia a dia.

Principais públicos com quem você poderá interagir

Os principais públicos internos deste cargo tendem a ser as equipes de meio ambiente, qualidade e segurança do trabalho, com as quais o analista compartilha dados, documentos e rotinas do Sistema de Gestão Integrada. Também há interação frequente com as equipes de operação e manutenção das rodovias, especialmente durante inspeções de campo e coleta de informações ambientais. Gestores e coordenadores de sustentabilidade ou do SGI provavelmente definem prioridades e revisam os indicadores e procedimentos atualizados pelo analista. Em menor medida, pode haver interação com as áreas de engenharia, jurídico e compliance, sobretudo em assuntos relacionados a licenças, condicionantes e cumprimento da legislação ambiental. Externamente, o trabalho pode envolver contato indireto com órgãos ambientais e auditores, já que o cargo dá suporte à organização de evidências e documentos exigidos em fiscalizações ou auditorias. Essas interações têm caráter de apoio e articulação, e não de negociação direta.

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