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Vice President, Sustainability Regulatory Strategy & Execution

BNY • Reino Unido • Added on Oct 23, 2026
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Essa função lidera a agenda regulatória de sustentabilidade e clima do BNY na região EMEA, mantendo-a alinhada à abordagem global. No dia a dia, isso significa acompanhar normas como a CSRD, a Taxonomia da UE, os padrões de divulgação do Reino Unido e os requisitos prudenciais relacionados ao clima; avaliar quais são mais relevantes; e transformá-las em planos que as áreas de Riscos, Finanças, Jurídico e os negócios possam executar na prática.

O foco principal da função é garantir a qualidade das divulgações e a prontidão regulatória de uma empresa cujos relatórios são acompanhados por fundos de pensão, governos e grandes clientes corporativos. O trabalho acontece na interseção entre estruturas internacionais, como IFRS S1, S2 e TCFD, e os controles e as evidências que sustentam os números — um ponto decisivo para conquistar ou perder credibilidade junto a reguladores e investidores.

A função é indicada para quem já liderou uma frente de trabalho regulatória ou de divulgação em uma instituição financeira regulada, sente-se à vontade para analisar minutas e consultas públicas e consegue alternar entre análises detalhadas e a influência sobre partes interessadas seniores, mesmo em uma estrutura matricial sem autoridade direta.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais atribuições e responsabilidades dessa função?

O principal objetivo da função é liderar a agenda regulatória de sustentabilidade e clima da BNY em toda a região EMEA, mantendo-a alinhada à abordagem global. Na prática, isso significa acompanhar requisitos emergentes, como a CSRD, a Taxonomia da UE, os Padrões de Relato de Sustentabilidade do Reino Unido e as regras prudenciais relacionadas ao clima; avaliar quais são mais relevantes para a empresa; e transformá-los em um plano organizado por etapas, que as diferentes áreas possam executar. O alinhamento com IFRS S1, IFRS S2 e TCFD é central nesse trabalho. No dia a dia, a função envolve analisar consultas públicas e normas preliminares, elaborar avaliações de impacto e apresentar recomendações a comitês seniores para decisão. Uma parte significativa do trabalho é de coordenação: reunir colegas das áreas de Sustentabilidade, Riscos, Finanças, Jurídico, Compliance e Relações com Investidores, definir responsabilidades e acompanhar a implementação em regiões sujeitas a regras diferentes. A função também tem foco em qualidade. Abrange o formato e o conteúdo das divulgações de sustentabilidade, a governança e os controles que as sustentam, além da documentação necessária para resistir ao escrutínio de uma auditoria independente. A descrição da vaga também aponta para uma atuação voltada ao futuro: identificar oportunidades de aprimorar os relatórios por meio da reformulação de processos, da automação e do uso criterioso de IA. No longo prazo, o objetivo é que a empresa consiga absorver mudanças regulatórias sem ter de reconstruir seus relatórios a cada ciclo.

Principais oportunidades de aprendizado nesta função

Esta função oferece uma exposição incomum a todo o conjunto de normas regulatórias: requisitos de divulgação, como a CSRD e os padrões do Reino Unido; classificação pela taxonomia; referências globais, como IFRS S1 e S2; e expectativas prudenciais relacionadas ao clima. Trabalhar com todas elas ao mesmo tempo permite desenvolver uma visão sistêmica de como as regras internacionais interagem — algo difícil de adquirir em uma função mais restrita de relatórios ou riscos. A estrutura matricial também é um ambiente de aprendizado. Coordenar atividades com as áreas de Riscos, Finanças, Jurídico, Compliance, Relações com Investidores e lideranças regionais ensina como uma instituição financeira global toma decisões, como funcionam os fóruns de governança e onde a preparação para mudanças regulatórias costuma emperrar. A exposição à alta liderança e a materiais destinados a conselhos ou órgãos próximos a eles também desenvolve o discernimento comercial. A descrição da vaga ainda destaca a melhoria de processos, a automação e o uso responsável de IA nos relatórios. Quem se dedicar a temas como rastreabilidade dos dados, controles e prontidão para auditoria desenvolverá competências que conectam sustentabilidade e finanças — uma combinação muito valorizada no mercado. É provável que a mentoria aconteça de maneira informal, com profissionais seniores de diferentes áreas, e não por meio de um programa estruturado.

Qual é o perfil ideal para a vaga (experiência e competências)?

A empresa deixa claro que espera experiência liderando iniciativas de sustentabilidade, regulação, supervisão prudencial, riscos ou divulgação de informações em serviços financeiros ou em um ambiente com nível semelhante de regulação. Portanto, não é uma oportunidade para quem está começando na área: a BNY busca alguém que já tenha liderado uma frente de trabalho regulatória, provavelmente como gerente ou gerente sênior, e que conheça na prática referências como CSRD, Taxonomia da UE, IFRS S1 e S2, TCFD, padrões de divulgação do Reino Unido ou regras prudenciais relacionadas ao clima. A competência que diferencia candidatos é a capacidade de traduzir requisitos complexos em prioridades claras para o negócio, planos de implementação e soluções práticas. A descrição da vaga repete essa ideia de várias formas, o que aponta para uma trajetória em consultoria ou gestão de programas, com entregas concretas — como um modelo operacional — e não apenas recomendações. Também são importantes a familiaridade com dados e o domínio de divulgações, já que a função envolve integridade dos dados, controles e documentação pronta para auditoria. As habilidades interpessoais têm grande peso: capacidade de influenciar pessoas em cargos seniores, promover alinhamento em uma estrutura matricial, bom julgamento, comunicação e segurança para apresentar questionamentos pertinentes. O requisito básico é graduação em sustentabilidade, finanças, contabilidade, economia, direito, políticas públicas ou área semelhante. Conhecimentos em ferramentas de dados de sustentabilidade, automação e recursos baseados em IA são desejáveis — ajudam a diferenciar os candidatos, mas não são requisitos eliminatórios.

Como se destacar e fazer uma candidatura bem-sucedida

Uma carta de apresentação genérica sobre sustentabilidade não vai se destacar para esta vaga. A função está na interseção entre regulação, riscos e divulgação; por isso, comece apresentando exemplos concretos de como você transformou uma regra de sustentabilidade ou prudencial em um plano operacional: uma análise de lacunas da CSRD que coordenou, um exercício de alinhamento à taxonomia ou um documento de governança elaborado para um conselho ou comitê de riscos. Cite claramente as referências — CSRD, Taxonomia da UE, IFRS S1 e S2, TCFD e UK SRS — e explique o que você fez na prática, não apenas quais conhece. A BNY trabalha com uma estrutura altamente matricial, então mostre como promoveu o alinhamento entre as áreas Jurídica, Financeira, de Riscos e de negócios sem ter autoridade direta sobre elas. Prepare-se para entrevistas que avaliarão tanto seu conhecimento quanto seu julgamento. Espere perguntas sobre como definir prioridades quando várias frentes regulatórias disputam o tempo dos mesmos especialistas e como lidar com questionamentos pertinentes de uma área que discorda da sua interpretação. Tenha um exemplo de uma análise sua que mudou uma decisão da alta liderança e outro de uma situação em que sua recomendação não foi aceita e você precisou se adaptar. Como a vaga menciona controles, prontidão para auditoria e ferramentas com IA, prepare também sua visão sobre a rastreabilidade dos dados e sobre como os números de sustentabilidade são auditados. Pesquise a BNY como uma plataforma de custódia e gestão de ativos, e não como uma instituição de crédito ou seguradora, pois a exposição regulatória do balanço patrimonial e o escopo das divulgações são diferentes. Conhecer sua estrutura — ativos sob custódia versus ativos sob gestão, além da base de clientes composta por planos de previdência e governos — ajudará você a explicar por que os relatórios de sustentabilidade da empresa são acompanhados por tantos grupos de interesse.

Em quais aspectos da sustentabilidade da empresa essa função deve se concentrar?

O foco está na governança e na divulgação de informações ESG, e não na descarbonização das operações. A pessoa nessa função trabalhará com a forma como a BNY mensura, divulga e assegura suas posições em sustentabilidade e clima. Isso a aproxima mais da dimensão ambiental dos relatórios, mas com forte ênfase em governança, controles e conformidade regulatória. Temas sociais e relacionados à força de trabalho também podem aparecer devido ao escopo mais amplo de divulgação da CSRD e às atividades ligadas à taxonomia. Como a BNY atua com custódia e gestão de ativos, a realidade é diferente da de uma fabricante ou empresa de serviços públicos. Grande parte da atenção regulatória recai sobre as emissões financiadas e facilitadas, as divulgações voltadas aos clientes e os relatórios corporativos da própria empresa, além das expectativas prudenciais sobre como os riscos climáticos são governados e considerados na alocação de capital. Referências como IFRS S1 e S2 e TCFD orientam a narrativa, enquanto a Taxonomia da UE e os padrões do Reino Unido influenciam a classificação e o formato. A menção a integridade dos dados e automação na descrição da vaga indica que, na prática, o foco muitas vezes estará na base de evidências por trás das divulgações: de onde vêm os números, como são controlados e se resistiriam a uma análise externa. É nesse nível que a estratégia regulatória se conecta às operações do dia a dia da empresa.

Quais são os principais desafios que alguém nessa função pode enfrentar?

A dificuldade mais evidente é o ritmo e o volume das mudanças. As normas de sustentabilidade estão sendo elaboradas e revisadas simultaneamente em várias jurisdições. Por isso, a pessoa nessa função muitas vezes terá de planejar com base em requisitos preliminares ou sujeitos a mudanças, enquanto a empresa busca certezas. Decidir quando uma diretriz está suficientemente consolidada para servir de base é uma questão de julgamento, com consequências reais para a reputação e a conformidade. Outro desafio é influenciar sem ter controle direto. A função é descrita como responsável por coordenar a implementação entre as áreas de Riscos, Finanças, Jurídico, Compliance e equipes regionais, mas são essas áreas que detêm os controles e os orçamentos. O avanço depende de convencer especialistas já ocupados a priorizar a preparação regulatória em meio a outras entregas, numa estrutura matricial em que a autoridade é distribuída. Há também um desafio relacionado aos dados que sustenta toda a estratégia. Para produzir divulgações prontas para auditoria, são necessários dados confiáveis, metodologias documentadas e definições consistentes em uma empresa com dezenas de milhares de funcionários e uma longa trajetória operacional. As referências a controles, documentação e automação sugerem que parte dos processos atuais pode ser manual. Assim, quem ocupar a função também trabalhará nos aspectos operacionais e técnicos, além de cuidar das políticas.

Como seria um dia típico para alguém nessa posição?

Um dia típico combina análise e coordenação. As manhãs podem ser dedicadas à leitura de atualizações regulatórias, à elaboração de um documento de posicionamento ou à revisão de uma minuta de divulgação para garantir consistência com as normas IFRS S1 e S2 ou com a linguagem da TCFD. Boa parte da semana é ocupada por reuniões: uma sessão de trabalho com Finanças sobre definições de dados, uma análise jurídica de uma interpretação, uma conversa com a área de Riscos sobre controles e uma apresentação para a liderança regional sobre o impacto de uma nova exigência. O trabalho de governança segue um ritmo constante. Preparar documentos, resumir opções e apresentar recomendações a fóruns de liderança faz parte da rotina, assim como acompanhar decisões e monitorar ações entre áreas que não se reportam a essa função. Também surgem solicitações pontuais quando termina uma consulta pública, um cliente faz uma pergunta sobre sustentabilidade ou um prazo não é cumprido. O ritmo muda conforme o calendário regulatório. Os períodos de elaboração de relatórios e de consultas são intensos, com longas etapas de redação e revisão. Já os períodos mais tranquilos permitem um trabalho mais aprofundado em melhorias de processos, automação do fluxo de dados e alinhamento entre as estruturas de referência. Como há diferenças entre as jurisdições da região EMEA, a carga de trabalho raramente é igual de uma semana para outra.

Quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional nessa função?

O cargo tem o título de vice-presidente e abrange a região EMEA, com mandato global. Por isso, um próximo passo natural seria assumir uma posição mais sênior em regulação ou liderança em sustentabilidade, seja ampliando o escopo para liderar globalmente os relatórios de sustentabilidade, seja se especializando em risco climático prudencial. Como a função trabalha em parceria com as áreas de Riscos, Finanças, Jurídico e Compliance, também são realistas as movimentações laterais para essas áreas — uma opção para quem deseja deixar a assessoria e passar a assumir a responsabilidade por controles ou pela aprovação de divulgações. A visibilidade também favorece o desenvolvimento. O trabalho com a CSRD ou com normas de divulgação do Reino Unido coloca a pessoa em contato com fóruns de governança e lideranças regionais, fortalecendo um perfil profissional valorizado em todo o setor de serviços financeiros. A vaga menciona automação e soluções habilitadas por IA; assim, quem aprender a reformular um processo de divulgação, em vez de apenas executá-lo, desenvolverá competências ainda pouco comuns nas equipes de sustentabilidade. A principal limitação é que as funções de estratégia regulatória podem ser cíclicas, com períodos de maior intensidade associados a prazos de divulgação e consultas. Quem aproveitar os períodos mais tranquilos para aprofundar conhecimentos sobre as normas ou obter certificações profissionais fortalecerá ainda mais sua trajetória.

Principais partes interessadas com quem você poderá interagir

A descrição da vaga identifica diretamente as principais áreas: Sustentabilidade, Riscos, Finanças, Jurídico, Compliance, Relações com Investidores e liderança regional. Cada uma tem interesses diferentes. Jurídico e Compliance avaliarão se a interpretação de uma regra pela empresa é defensável; Riscos e Finanças são responsáveis pelos números e pelo ambiente de controles; Relações com Investidores se preocupa com a forma como as divulgações serão recebidas por acionistas e agências de classificação; e a liderança regional busca uma implementação adequada aos mercados locais, sem fragmentar a abordagem global. O Sustainability Hub é a base da função e a fonte do posicionamento geral da empresa em relação ao clima e à sustentabilidade. Por isso, é essencial manter o alinhamento com colegas que trabalham com estratégia, dados e engajamento. A linha de reporte para fóruns de governança indica interações periódicas com comitês da alta administração, nos quais se espera uma recomendação concreta, não apenas uma discussão. Fora da empresa, espere contatos com profissionais de outras instituições financeiras, entidades do setor e, possivelmente, órgãos reguladores ou normatizadores por meio de consultas. A carteira de clientes do BNY inclui fundos de pensão, governos e grandes empresas. Por isso, equipes que lidam diretamente com clientes também poderão envolver essa função quando surgirem perguntas sobre sustentabilidade em mandatos ou solicitações de informações.

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