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Gerente Corporativo de Sostenibilidad

Elementia Materiales • México • Added on Oct 30, 2026
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Esta pessoa, enquanto responsável corporativa pela sustentabilidade, definirá a agenda ESG da Elementia Materiales e da Fortaleza Materiales nas respetivas operações regionais. A função liga a estratégia de sustentabilidade às decisões empresariais e estabelece uma abordagem coerente para o relato, os riscos climáticos e a governação nas unidades da América Latina e dos Estados Unidos.

A função insere-se num grupo industrial que abrange os setores dos materiais de construção, dos plásticos e dos metais, onde as emissões operacionais e a exposição aos riscos climáticos são diretamente relevantes para o planeamento e o relato da atividade. A aplicação das normas GRI, SASB e IFRS S1 e S2, juntamente com a contabilização das emissões de gases com efeito de estufa, confere à função um foco claro: tornar a informação ambiental e de governação útil para a tomada de decisões e credível para os públicos externos.

Esta função é indicada para alguém que combine experiência industrial ou na indústria transformadora com sólidos conhecimentos de relato ESG, consiga trabalhar em várias localizações e se sinta à vontade para colaborar com a liderança de topo e as equipas das fábricas em espanhol e inglês.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais funções e responsabilidades desta função?

A função lidera a estratégia de sustentabilidade da Elementia Materiales e da Fortaleza Materiales, traduzindo as prioridades ESG em planos e mecanismos de governação para as operações regionais. O trabalho inclui a elaboração de relatórios de acordo com GRI, SASB, IFRS S1 e IFRS S2, a verificação externa, a dupla materialidade, a análise de riscos climáticos e os inventários de gases com efeito de estufa. A função coordena também grupos de sustentabilidade a nível corporativo e local, acompanha indicadores na América Latina e nos Estados Unidos e representa as empresas junto de entidades do setor e de outros interlocutores. O objetivo mais amplo é ligar informação ESG credível ao planeamento empresarial e à ação operacional.

Principais oportunidades de aprendizagem nesta função

A função proporciona contacto direto com a aplicação de vários referenciais de relato, incluindo GRI, SASB e IFRS S1 e S2, num grupo industrial com várias unidades. A pessoa selecionada poderá aprofundar conhecimentos em verificação externa, dupla materialidade, integração dos riscos climáticos e contabilização das emissões de gases com efeito de estufa específicas do setor. O trabalho com as operações regionais e os comités de sustentabilidade poderá também proporcionar experiência em governação empresarial, coordenação internacional e comunicação das prioridades ESG tanto a quadros executivos como às equipas das fábricas. O anúncio não especifica certificações formais nem um programa de formação definido.

Qual é o perfil do candidato ideal (experiência e competências)?

O perfil indicado exige uma licenciatura numa área relevante, como engenharia ambiental, química ou industrial, ciências do ambiente ou área afim, bem como 5 a 7 anos de experiência em sustentabilidade, ambiente, CSR ou ESG, incluindo experiência de liderança e em operações com várias unidades. A experiência nos setores da indústria transformadora ou da construção é uma vantagem, tal como um mestrado relevante. Um candidato forte terá conhecimentos práticos de GRI, SASB, IFRS S1 e S2 e do GHG Protocol, além de um nível avançado de inglês. A função parece exigir também boa capacidade de comunicação, discernimento analítico e aptidão para coordenar decisores sénior, comités locais e equipas operacionais.

Conselhos para se destacar e apresentar uma candidatura bem-sucedida

Na candidatura, dê exemplos concretos de estratégias ESG corporativas implementadas em várias unidades, em vez de se limitar a enumerar referenciais. Explique qual foi o seu contributo pessoal no relato segundo GRI, SASB ou IFRS S1 e S2, na verificação externa, na dupla materialidade, na análise de riscos climáticos e nos inventários de gases com efeito de estufa. Sempre que possível, quantifique a dimensão das operações abrangidas e mostre como a análise conduziu a uma decisão ou alteração operacional. Prepare-se para explicar como coordenaria grupos locais de sustentabilidade em vários países e articularia os dados das fábricas com o relato corporativo. O anúncio refere uma avaliação de inglês, pelo que deverá estar preparado para falar com fluência sobre temas técnicos de ESG.

Em que aspetos da sustentabilidade da empresa se deverá centrar esta função?

O foco deverá incidir sobre a governação, a divulgação de informação e o desempenho climático de um grupo industrial dos setores da indústria transformadora e dos materiais de construção. A função articula o relato segundo as normas GRI, SASB e IFRS S1 e S2 com a dupla materialidade, a análise dos riscos climáticos e os inventários de gases com efeito de estufa, incluindo protocolos setoriais. Como as operações abrangem a América Latina e os Estados Unidos, o trabalho inclui também a harmonização dos indicadores ESG e a atividade dos comités locais nas várias unidades. A descrição não especifica metas de redução de emissões, circularidade ou programas sociais, pelo que não se deve assumir que sejam prioridades já definidas.

Quais poderão ser os principais desafios de quem desempenha esta função?

Um dos principais desafios poderá ser harmonizar os dados e as práticas ESG entre diferentes empresas, localizações e equipas operacionais, cumprindo simultaneamente vários referenciais de relato. A verificação externa e a divulgação de informação climática exigem também evidências fiáveis, definições coerentes e contributos atempados de pessoas cujas funções principais poderão ser operacionais. Outro desafio consiste em traduzir a análise de materialidade e dos riscos climáticos em decisões empresariais, em vez de as tratar apenas como exercícios de relato. A função exige conciliar a supervisão corporativa com visitas pontuais às unidades industriais e o envolvimento local, representando o grupo de forma credível perante as partes interessadas externas.

Como poderá ser um dia típico nesta função?

Um dia típico poderá combinar a análise de indicadores ESG e dados de emissões com reuniões sobre requisitos de relato, evidências para verificação ou análise dos riscos climáticos. A pessoa responsável poderá coordenar com a liderança corporativa e o comité de sustentabilidade a definição de prioridades, prazos e decisões. Noutros dias, poderá trabalhar com equipas técnicas locais para validar informação das unidades, resolver lacunas nos dados operacionais ou preparar reuniões com auditores e organizações setoriais. O anúncio refere também visitas ocasionais às fábricas, pelo que o equilíbrio entre trabalho de escritório e contacto com as unidades poderá variar.

Que oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional oferece esta função?

A função poderá aprofundar os conhecimentos em liderança de sustentabilidade num grupo industrial regional, proporcionando contacto com normas de divulgação, riscos climáticos, verificação e governação corporativa. A coordenação entre empresas operacionais e países poderá também desenvolver competências de comunicação com a administração e de tomada de decisões estratégicas. A evolução profissional poderá passar por assumir responsabilidades mais abrangentes na área ESG ou na estratégia corporativa, ou por se especializar em divulgação climática, gestão de carbono ou governação da sustentabilidade. O anúncio menciona desenvolvimento e formação, mas não especifica um percurso formal de progressão nem certificações concretas.

Principais partes interessadas com quem poderá interagir

Entre as partes interessadas internas estarão, provavelmente, a gestão de topo, o comité corporativo de sustentabilidade, os grupos técnicos locais de sustentabilidade e as equipas responsáveis pelos dados ambientais e pelas operações das fábricas. Os departamentos financeiro, jurídico, de risco e de comunicação poderão também contribuir para os processos de relato, verificação e governação. A nível externo, espera-se que a função interaja com auditores, associações setoriais, organizações da indústria e outras partes interessadas. Dado o âmbito regional, a coordenação das operações na América Latina e nos Estados Unidos é fundamental.

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