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Prosjektleder klima/miljø

OBOS • Noruega • Added on Oct 26, 2026
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Nesta função, você liderará o trabalho de transição verde da Construction City Cluster, uma rede de 130 empresas, empreendedores e instituições de conhecimento dos setores de construção, engenharia civil e mercado imobiliário, com a OBOS Eiendom como anfitriã. No dia a dia, você identificará os desafios ambientais trazidos pelos integrantes, reunirá os especialistas certos em workshops e cafés da manhã e transformará as conversas em grupos de projeto dedicados a desenvolver soluções em materiais de baixa emissão, gestão de águas pluviais e modelos de negócio circulares.

O foco está no setor como um todo, e não em uma única empresa: quando os integrantes conseguem implementar soluções sustentáveis, o impacto chega aos edifícios, aos bairros e às pessoas que vivem neles. Você será responsável pelo conhecimento ambiental e climático relacionado à transição verde do cluster e avaliará quais soluções são confiáveis e podem ser adotadas por diferentes empresas.

A função é ideal para quem consegue conduzir vários projetos com autonomia e iniciativa, gosta de facilitar a colaboração entre pessoas de diferentes origens e quer recrutar e mobilizar mais integrantes para esse trabalho.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais atribuições e responsabilidades desta função?

O foco do trabalho é liderar a transição verde do cluster. Você identificará os desafios ambientais e climáticos apresentados pelas empresas associadas e organizará iniciativas de inovação e colaboração para transformá-los em soluções aplicáveis. Na prática, isso significa formar grupos de projeto com diferentes empresas, reunir especialistas em workshops e encontros de café da manhã e conduzir cada iniciativa da ideia aos resultados. Você também será a referência em meio ambiente e clima do cluster. Essa expertise permitirá avaliar quais soluções propostas são tecnicamente viáveis e quais podem, de fato, ser adotadas pelo setor. Entre os temas mencionados no anúncio estão materiais de baixa emissão, gestão de águas pluviais e modelos de negócio circulares. Uma terceira frente é o recrutamento e o engajamento: incentivar mais associados a participar ativamente de projetos, reuniões e da própria rede, ampliando continuamente o número de colaboradores do cluster.

Principais oportunidades de aprendizado nesta vaga

O anúncio deixa claro que esta é uma função voltada ao aprendizado, e a estrutura do cluster ajuda a entender o motivo. Você trabalhará ao lado de uma equipe especializada em transição verde e trocará ideias com profissionais descritos como referências na área — uma oportunidade rara de confrontar seu próprio julgamento com conhecimentos aprofundados sobre materiais, água e economia circular. Como os projetos envolvem várias empresas, você desenvolverá competências práticas em facilitação, organização de workshops e gestão de projetos interorganizacionais. Transformar uma ideia levantada em um encontro de café da manhã em um grupo de projeto atuante exige negociação, definição de escopo e acompanhamento — competências úteis em praticamente qualquer função de sustentabilidade. A própria rede também será uma fonte de aprendizado. Trabalhar com 130 empresas, empreendedores e instituições de conhecimento permitirá conhecer como diferentes segmentos da construção e do mercado imobiliário enfrentam os mesmos desafios ambientais e como um cluster pode impulsionar um setor inteiro, em vez de apenas uma empresa.

Qual é o perfil ideal para a vaga (experiência e competências)?

O anúncio considera a experiência em meio ambiente e clima um requisito, não um diferencial. A pessoa candidata precisa ter experiência comprovada ou formação nessas áreas, suficiente para conversar sobre aspectos técnicos com especialistas e avaliar a viabilidade das soluções propostas. Conhecer os setores da construção, da engenharia civil e do mercado imobiliário é um diferencial, mas o anúncio também aceita experiência transferível em clima e meio ambiente adquirida em outros setores. Além do conhecimento técnico, a função exige alguém que aprenda rapidamente novas tarefas e consiga conduzir várias iniciativas ao mesmo tempo, com autonomia. Experiência em facilitação também é importante: liderar projetos entre pessoas de diferentes áreas, organizar workshops e encontros de café da manhã e criar atividades de capacitação em clima e meio ambiente. As competências interpessoais também contam. O perfil descrito é de alguém curioso, proativo e responsável, capaz de atrair e engajar associados. O processo seletivo pede currículo e respostas sobre sua trajetória, em vez de uma carta de apresentação tradicional, o que sugere que a empresa valoriza evidências de resultados mais do que um texto bem elaborado.

Dicas para se destacar e fazer uma candidatura bem-sucedida

Como o processo seletivo consiste em enviar o currículo e responder a perguntas sobre você e sua trajetória, essas respostas terão grande peso. Use-as para apresentar exemplos concretos de trabalhos em clima e meio ambiente, descrevendo os resultados com clareza: qual era o problema, o que você organizou, quem participou e o que mudou. Experiências transferíveis também contam; se você vem de outro setor, explique claramente como sua experiência se relaciona com a construção e o mercado imobiliário. O anúncio destaca capacidade de execução e iniciativa. Dê exemplos de situações em que você tomou a iniciativa de começar algo, conduziu várias frentes ao mesmo tempo ou reuniu pessoas de diferentes áreas em torno de um projeto comum. Como a experiência em facilitação é valorizada, um relato breve sobre um workshop que você organizou ou uma rede que ajudou a construir será mais relevante do que uma simples descrição do seu cargo. Saiba que as candidaturas serão avaliadas à medida que forem recebidas e que o anúncio recomenda não esperar: candidate-se o quanto antes. Adapte o currículo aos três temas do cluster: transição verde, processos eficientes de construção e uma indústria atrativa. Mostrar que você entende como um cluster gera valor entre empresas, e não apenas dentro de uma delas, vai diferenciá-lo de quem encara a vaga como uma função comum de gerente de sustentabilidade.

Em quais aspectos da sustentabilidade da empresa esta função provavelmente vai se concentrar?

O foco em sustentabilidade da função está inserido na área de transição verde definida pelo cluster, uma de suas três prioridades, ao lado de processos eficientes de construção e de uma indústria atraente. Os temas concretos mencionados na vaga são materiais de baixa emissão, gestão de águas pluviais e modelos de negócio circulares. Portanto, espere atuar principalmente em como o ambiente construído reduz emissões e lida de outra forma com a água e os recursos. Diferentemente de um gerente de sustentabilidade de uma empresa, esta função trabalha com desafios compartilhados pelo setor. Quando os integrantes desenvolvem soluções verdes por meio do cluster, os benefícios alcançam toda a indústria — seja pela redução de emissões, pela adaptação climática ou por facilitar um modo de vida mais sustentável para os moradores. O foco é principalmente ambiental, mas o formato em rede também envolve questões de governança: como organizar a cooperação entre concorrentes e construir uma voz comum para o setor em relação ao clima. A pessoa será contratada pela OBOS Eiendom, mas trabalhará para o cluster. Assim, a agenda de sustentabilidade que você promover será a do cluster, definida em conjunto com seus integrantes e instituições de conhecimento, e não com base nas metas de uma única empresa.

Quais são os principais desafios que alguém nesta função pode enfrentar?

O maior desafio provavelmente será a própria coordenação. Projetos de inovação entre empresas com diferentes origens, incentivos e níveis de maturidade avançam lentamente, e cabe à liderança do projeto manter o ritmo sem ter autoridade formal sobre os participantes. Transformar uma conversa de workshop em um grupo de projeto que realmente entregue resultados é um ponto em que muitas iniciativas de cluster perdem força. Outro desafio é a posição dupla: a pessoa é contratada pela OBOS Eiendom, mas trabalha para o cluster. Isso exige equilibrar os interesses da empresa anfitriã com a neutralidade necessária para reunir os participantes e deixar claro qual papel você representa em cada conversa. Há também o desafio constante de manter o engajamento, comum a qualquer rede. A vaga menciona recrutar integrantes para os projetos e mantê-los ativos. Em um setor movimentado, com cronogramas apertados, o trabalho climático disputa atenção com outras prioridades. A exigência de conhecimento ambiental também aumenta a pressão: talvez seja necessário avaliar rapidamente soluções propostas, às vezes diante de especialistas que sabem mais do que você sobre um tema específico.

Como seria um dia típico nesta função?

O dia provavelmente combinaria facilitação e preparação. Você poderia começar acompanhando um grupo de projeto que trabalha com materiais de baixa emissão ou modelos de negócio circulares, identificando obstáculos e quem precisa participar para resolvê-los. Depois, poderia fazer uma reunião de planejamento para um próximo workshop ou café da manhã, definindo o tema com a equipe de especialistas em transição verde e convidando os especialistas certos para falar ou participar. O contato com os integrantes ocuparia boa parte da semana. Isso poderia incluir conversar com uma empresa que trouxe um problema ambiental, avaliar se ele é um desafio comum ao setor que vale a pena transformar em projeto ou incentivar um integrante menos ativo a participar de uma iniciativa da rede. A documentação e o acompanhamento também fazem parte do trabalho, pois projetos precisam de pautas, registros e próximos passos para avançar. A vaga descreve uma cultura de presença no escritório da Construction City, em Ulven, com alguma flexibilidade. A rotina varia conforme a fase dos projetos: períodos mais tranquilos, dedicados ao engajamento e ao recrutamento, e fases mais intensas, com eventos e lançamento de novos grupos de projeto.

Quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional nesta função?

Esta função permite construir uma posição no centro de uma rede, em vez de atuar dentro de uma única área, o que costuma abrir diferentes caminhos. Quem liderar projetos de cooperação bem-sucedidos poderá assumir uma atuação mais ampla na área de transição verde do cluster ou avançar para uma função de gestão de programas, coordenando um portfólio de iniciativas. A ampla exposição ao setor é um diferencial importante. Trabalhar com 130 empresas, empreendedores e instituições de conhecimento, além de colaborar com uma equipe especializada em transição verde, permite conhecer profissionais de construção, engenharia civil e mercado imobiliário. Essa rede pode abrir portas para vagas em empresas integrantes, nas áreas de sustentabilidade, inovação ou desenvolvimento de negócios, além de oportunidades em conselhos ou comitês do cluster. Se sua experiência for transferível, mas não especificamente do setor, a função também permitirá adquirir conhecimento sólido da indústria — algo valioso caso você queira, mais adiante, trabalhar com sustentabilidade em uma incorporadora, construtora ou empresa proprietária de imóveis na Noruega.

Principais partes interessadas com quem você poderá interagir

O primeiro grupo é formado pelas 130 empresas integrantes do cluster, empreendedores e instituições de conhecimento. Você terá bastante contato com as equipes técnicas e de sustentabilidade dessas organizações, ouvindo sobre seus desafios, identificando colaboradores e mantendo o engajamento em projetos e reuniões. A motivação dos integrantes é fundamental, pois o trabalho do cluster depende da participação voluntária. A equipe de especialistas do cluster em transição verde será formada por colegas e parceiros de troca no dia a dia — pessoas com quem você poderá avaliar questões ambientais. A OBOS Eiendom será sua empregadora formal e anfitriã da Construction City, portanto também haverá uma relação interna a administrar, além do contato com a empresa irmã que desenvolveu o edifício. Externamente, espere trabalhar com especialistas convidados para workshops e grupos de projeto, além do público mais amplo do setor que participa de cafés da manhã e atividades de capacitação. A própria Construction City — espaço de encontro que reúne 4.500 profissionais do setor, de 100 organizações — será tanto um local de trabalho quanto uma parte interessada na visibilidade da cooperação.

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