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Accompagnement de projets RSE : Mobilité durable et Plan d’actions Bas Carbone

INRAE Occitanie-Toulouse França Added on Jun 24, 2026
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Este estágio coloca-o no centro da transição ambiental de um dos principais institutos públicos de investigação. Irá impulsionar a implementação do Plano de Baixo Carbono da INRAE, focando-se em dois pilares principais: a melhoria dos planos de mobilidade em vários centros regionais e o apoio às unidades de investigação interessadas na redução da sua própria pegada ambiental.

O objetivo é transformar a excelência na investigação num modelo de sobriedade. Ao trabalhar na mobilidade sustentável e no cálculo de emissões, ajudará 1.300 colaboradores a alinhar as suas práticas diárias com as ambições climáticas nacionais — uma oportunidade rara de combinar o rigor científico com a gestão da mudança numa instituição líder em agroecologia.

Esta oportunidade é ideal para estudantes de Mestrado em RSC ou estudos ambientais que procurem experiência prática na gestão de projetos de baixo carbono, com fortes competências interpessoais e capacidade de mobilizar equipas em torno de soluções práticas baseadas em dados.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais missões e responsabilidades desta função?

O estagiário desempenhará um papel fundamental na implementação do Plano de Baixo Carbono para o centro INRAE Provence-Alpes-Côte d'Azur. As missões principais incluem a atualização e o desenvolvimento de planos de mobilidade sustentável para locais específicos, como Le Tholonet e Avignon, o que envolve a coleta e análise de dados sobre os hábitos de deslocamento dos funcionários. Além disso, a função envolve o apoio a unidades de pesquisa individuais na definição e adoção de suas próprias estratégias de descarbonização. Isso inclui o uso de ferramentas de apoio à decisão para calcular as emissões de gases de efeito estufa e a criação de planos de ação personalizados que se ajustem às necessidades operacionais específicas das atividades de pesquisa de laboratório e de campo.

Principais oportunidades de aprendizado para este cargo

Os candidatos adquirirão experiência prática na condução de avaliações de pegada de carbono e na implementação de sistemas de gestão ambiental em uma instituição pública complexa. Você aprenderá a utilizar ferramentas especializadas para o cálculo de GEE (Gases de Efeito Estufa) e a tomada de decisões, obtendo uma compreensão profunda da estrutura da norma ISO 26000. Além disso, o estágio oferece uma exposição significativa aos desafios de mobilidade territorial e à gestão de projetos colaborativos. Você aprenderá a facilitar workshops, liderar comitês gestores e comunicar conceitos técnicos de sustentabilidade para diversos públicos científicos e administrativos.

Qual é o perfil do candidato ideal (experiência, habilidades)?

O candidato ideal deve estar cursando mestrado em RSE (Responsabilidade Social Empresarial), gestão ambiental ou desenvolvimento sustentável. É necessário possuir uma compreensão sólida dos princípios de contabilização de carbono e dos desafios sistêmicos da mobilidade sustentável em contextos urbanos e semi-rurais. As soft skills são fundamentais, pois a função exige agilidade interpessoal para interagir com diversos coletivos de pesquisa. Autonomia, rigor organizacional e a capacidade de sintetizar dados complexos em relatórios acionáveis são traços essenciais para o sucesso neste ambiente multi-site.

Dicas para se destacar e fazer uma candidatura bem-sucedida

Para se destacar, demonstre interesse em como as instituições públicas de pesquisa podem liderar pelo exemplo na transição climática. Destaque qualquer experiência anterior com ferramentas de pegada de carbono ou diagnósticos de mobilidade. Sua carta de apresentação deve refletir sua capacidade de unir dados técnicos à mudança de comportamento humano. Dada a natureza multi-site do centro, a flexibilidade e uma abordagem proativa na coordenação remota e presencial serão muito valorizadas. Mencionar sua familiaridade com a ISO 26000 ou regulamentações ambientais francesas específicas (como a lei LOM para mobilidade) seria uma vantagem significativa.

Em quais aspectos da sustentabilidade da empresa esta função provavelmente focará?

O foco principal está nas emissões de Escopo 3 relacionadas ao deslocamento de funcionários e viagens profissionais, bem como na descarbonização operacional da infraestrutura de pesquisa. O objetivo da função é traduzir políticas nacionais em ações locais e específicas de cada site para reduzir a intensidade de gases de efeito estufa das atividades científicas. Há também uma forte dimensão social focada no engajamento dos colaboradores e na mudança da cultura institucional. Ao envolver as unidades de pesquisa em seu próprio planejamento de carbono, a função promove um senso de responsabilidade coletiva e transparência em relação ao impacto ambiental do centro.

Quais são os principais desafios que alguém nesta função pode enfrentar?

Um dos principais desafios é a coleta e qualidade dos dados em múltiplos sites, o que exige persistência e comunicação clara com diversos departamentos. Você também pode encontrar resistência a mudanças, já que a modificação dos hábitos de mobilidade muitas vezes envolve concessões pessoais para os funcionários. Equilibrar as diversas necessidades de diferentes unidades de pesquisa — de laboratórios a fazendas experimentais — exige uma abordagem de consultoria flexível. Adaptar as estruturas gerais de redução de carbono às restrições técnicas da pesquisa científica pode ser complexo e requer a resolução criativa de problemas.

Como seria um dia típico para alguém nesta posição?

Um dia típico pode começar com a análise de dados de deslocamento para preparar um relatório para um comitê de mobilidade local. Em seguida, ocorre uma reunião com o líder de uma unidade de pesquisa para discutir os resultados da auditoria de carbono da unidade e fazer um brainstorm de possíveis medidas de mitigação para o próximo ciclo de projetos. À tarde, você pode se deslocar para outro site para realizar uma visita de campo ou facilitar uma sessão de brainstorming com os agentes. O dia geralmente termina com a redação de materiais de comunicação para compartilhar as melhores práticas ou a atualização de ferramentas de acompanhamento de projetos para garantir o alinhamento institucional.

Quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional nesta função?

Este estágio oferece uma plataforma de alta visibilidade dentro de um grande instituto nacional, proporcionando oportunidades de networking com profissionais de RSE e líderes do setor público. A experiência adquirida em estratégia de carbono e engajamento de stakeholders é altamente transferível para cargos de ESG, tanto no setor público quanto no privado. A conclusão bem-sucedida desta missão demonstra a capacidade de gerenciar transições organizacionais de larga escala e dominar as ferramentas necessárias para a reportagem ambiental moderna. Serve como uma excelente base para uma carreira como Consultor de Sustentabilidade ou Gestor de RSE.

Os principais stakeholders com quem você poderá interagir

Você interagirá estreitamente com os serviços de apoio à RSE e com a equipe de gestão do centro. Os stakeholders externos incluem parceiros governamentais locais e coordenadores de mobilidade territorial que auxiliam no planejamento de transporte regional. Os stakeholders internos são diversos, indo desde diretores de unidades de pesquisa até funcionários administrativos e engenheiros técnicos. Construir confiança com esses grupos variados é essencial para coletar dados precisos e garantir a adoção a longo prazo das medidas de redução de carbono.

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