Senior Manager Integriertes Managementsystem & Nachhaltigkeit

Giesecke+Devrient • Alemanha • Added on Oct 26, 2026
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Será responsável por articular os requisitos ESG com o sistema integrado de gestão da empresa: traduzir os requisitos regulamentares ESG do Pacto Ecológico Europeu e de outros enquadramentos em normas aplicáveis aos processos e garantir o alinhamento das normas ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, ISO 50001 e ISO 22301 com esses compromissos. No dia a dia, isto implica aconselhar os responsáveis pelos processos, realizar auditorias e revisões pela gestão e melhorar os processos empresariais, para que as obrigações de sustentabilidade se concretizem na prática e não fiquem apenas no papel.

Na G+D Louisenthal, a atividade centra-se no papel para notas de banco e em elementos de segurança — um setor em que o consumo de recursos, o manuseamento de produtos químicos e a utilização de energia são realidades operacionais. Integrar ESG no sistema de gestão permite tornar auditáveis os compromissos de sustentabilidade da empresa e dá aos responsáveis pelos processos uma forma prática de transformar os requisitos regulamentares em rotinas diárias.

Esta função é adequada a quem se sente à vontade tanto com referenciais normativos como com a conceção de processos, consegue conduzir uma reunião com um auditor externo e um responsável de produção na mesma semana e prefere melhorar um fluxo de trabalho a redigir uma política.

Perguntas frequentes da vaga

Quais são as principais responsabilidades e missões desta função?

O objetivo central da função é integrar os princípios ESG no sistema de gestão integrado da G+D Louisenthal, para que façam parte dos processos empresariais, em vez de serem geridos separadamente. Isso implica traduzir os requisitos regulamentares e legais em matéria ESG, incluindo as obrigações decorrentes do Pacto Ecológico Europeu, em requisitos práticos para o sistema de gestão e os processos, e acompanhar a sua implementação em toda a organização. Uma segunda missão consiste em garantir a conformidade e a coerência entre cinco normas: ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, ISO 50001 e ISO 22301. A função implica verificar se os compromissos ESG são compatíveis com os requisitos destas normas, aconselhar e apoiar os responsáveis pelos processos na implementação e na manutenção da conformidade, bem como analisar e aperfeiçoar os processos empresariais para os tornar mais transparentes, eficientes e sustentáveis. A prazo, a função inclui a responsabilidade por auditorias e revisões pela gestão, em colaboração com auditores internos e externos e com a liderança, bem como pelo desenvolvimento contínuo do sistema através de formação, ações de sensibilização, iniciativas de sustentabilidade e digitalização dos processos do sistema de gestão integrado. O objetivo global é articular sustentabilidade, conformidade e excelência operacional num único sistema funcional.

Principais oportunidades de aprendizagem nesta função

A função proporciona uma experiência aprofundada em integração de múltiplas normas: trabalhar em simultâneo com normas de qualidade, ambiente, saúde e segurança no trabalho, energia e continuidade do negócio é uma competência que poucos profissionais de sustentabilidade desenvolvem numa única função. É provável que adquira experiência prática sobre a forma como a gestão de energia da ISO 50001 e os requisitos de continuidade da ISO 22301 se articulam com os sistemas ambientais e de qualidade num contexto industrial. Como o anúncio refere expressamente o Pacto Ecológico Europeu, poderá desenvolver conhecimentos práticos sobre a regulamentação ESG europeia e a sua tradução em requisitos para os processos empresariais, uma competência cada vez mais valiosa em funções de reporte e conformidade. Aconselhar os responsáveis pelos processos e acompanhar auditorias também permitirá adquirir experiência prática na preparação para auditorias, na definição de medidas corretivas e nas revisões pela gestão. Se a vertente LEAN Six Sigma for desenvolvida, haverá a possibilidade de combinar métodos de melhoria de processos com objetivos ESG. A oferta de formação mencionada pela empresa também sugere a possibilidade de obter certificações formais. A experiência de digitalização dos processos do sistema de gestão integrado poderá acrescentar ao perfil uma componente de ferramentas e dados.

Como é o candidato ideal (experiência e competências)?

A oferta exige uma licenciatura em Gestão, Gestão Ambiental, Engenharia, Gestão da Qualidade, Química ou numa área equivalente, bem como vários anos de experiência num contexto empresarial internacional. As experiências mais diretamente relevantes são em gestão da sustentabilidade, sistemas integrados de gestão, assuntos regulamentares ou gestão de processos empresariais. Candidatos com experiência exclusivamente em relato ESG, mas sem experiência em sistemas de gestão, terão provavelmente de demonstrar de que forma o seu trabalho se relacionou com os processos ISO. Do ponto de vista técnico, são necessários conhecimentos sólidos das normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001. A ISO 50001 e a gestão da continuidade do negócio são valorizadas. É também explicitamente solicitado que a pessoa compreenda os requisitos regulamentares e estratégicos do Pacto Ecológico Europeu e a forma como estes se traduzem nos processos da empresa, bem como tenha experiência na otimização de processos empresariais e na liderança de projetos em organizações complexas. A certificação LEAN Six Sigma Black Belt é considerada uma vantagem. As competências interpessoais são igualmente importantes: perfil analítico e orientado para processos, forte capacidade de comunicação e de gestão de partes interessadas, com autonomia e à vontade em equipas internacionais e multifuncionais. É obrigatório ter fluência em alemão e inglês, tanto oralmente como por escrito, o que se adequa a uma função que exige colaboração com as operações locais e os sistemas internacionais.

Conselhos para se destacar e apresentar uma candidatura bem-sucedida

Torne evidente a sua adequação a cada norma. Em vez de se limitar a enumerar normas ISO numa secção de competências, descreva uma ou duas situações em que conciliou requisitos de várias normas — por exemplo, alinhando um registo de aspetos ambientais com objetivos energéticos ou integrando controlos de segurança e saúde no trabalho num processo de qualidade. Referir processos concretos e resultados mensuráveis é mais convincente do que afirmar que conhece as normas. Como a função passa por traduzir requisitos, apresente um exemplo concreto de como transformou uma exigência regulamentar numa alteração de processo que os responsáveis pelo processo adotaram. Se trabalhou com obrigações relacionadas com o Pacto Ecológico Europeu ou com regulamentação semelhante, indique quais e o que mudou na organização. Quanto à LEAN Six Sigma, mencione eventuais certificações e, sobretudo, uma melhoria de processo que tenha liderado. Na carta de apresentação, tenha em conta a realidade bilingue: se se candidatar às instalações de Gmund, escreva em alemão e explique de forma breve e concreta por que razão um sistema integrado de gestão é o espaço adequado para integrar ESG numa empresa industrial. Nas entrevistas, esteja preparado para falar sobre constatações de auditoria que tratou, como lidou com um responsável de processo que resistiu a um novo requisito e como abordaria a digitalização dos fluxos de trabalho do sistema integrado de gestão.

Em que aspetos da sustentabilidade da empresa se deverá provavelmente centrar esta função?

A função situa-se na interseção entre as questões ambientais e de governação, e não a filantropia. A gestão ambiental segundo a ISO 14001 e a gestão da energia segundo a ISO 50001 apontam para a utilização de recursos, as emissões e a eficiência energética na produção de papel para notas de banco — uma atividade industrial intensiva em processos, na qual a água, os produtos químicos e a energia são relevantes. É provável que o trabalho de integração ESG ligue estas questões operacionais às obrigações regulamentares do Pacto Ecológico Europeu. A governação é outro eixo central: a conformidade dos sistemas de gestão, a preparação para auditorias, as revisões pela gestão e a documentação dos processos são os mecanismos que tornam verificáveis os compromissos de sustentabilidade. As questões sociais surgem através da ISO 45001, relativa à segurança e saúde no trabalho, que faz parte do sistema integrado e estará abrangida pelo âmbito de conformidade da função. A oferta não esclarece tanto a vertente de relato externo, como a divulgação de informação exigida pela CSRD, embora a integração dos requisitos regulamentares ESG possa estar ligada a essa área. A função parece centrar-se em tornar a sustentabilidade auditável e integrada nos processos, e não em realizar campanhas de comunicação ou programas comunitários.

Quais poderão ser os principais desafios de quem desempenhar esta função?

O mais difícil será provavelmente conciliar cinco normas e acrescentar uma dimensão ESG sem criar um sexto sistema paralelo. Cada norma tem a sua própria linguagem, calendário de auditorias e práticas de documentação, e os responsáveis pelos processos veem muitas vezes os novos requisitos como burocracia. Para que o sistema integrado seja verdadeiramente integrado, em vez de um conjunto de documentos sobrepostos, é preciso negociar de forma contínua. Os requisitos regulamentares ESG, em especial os decorrentes do Pacto Ecológico Europeu, estão em constante evolução e são frequentemente redigidos a pensar nas equipas de relato, não nos profissionais de sistemas de gestão. Traduzir esses requisitos em processos que as equipas operacionais aceitem e que, ao mesmo tempo, satisfaçam os auditores exige discernimento; além disso, o progresso pode ser lento num ambiente de produção em que a pressão para cumprir os objetivos de produção se sobrepõe a outras prioridades. Outro desafio decorre da própria natureza de articulação da função: a pessoa é responsável pela conformidade e presta aconselhamento, mas depende dos responsáveis pelos processos e da liderança para que sejam tomadas medidas. Será necessário trabalhar continuamente com as partes interessadas para equilibrar a realidade operacional em alemão com a comunicação em inglês com o grupo e os auditores, e para que as auditorias e as revisões pela gestão sejam construtivas, em vez de defensivas.

Como poderá ser um dia típico nesta função?

O dia poderá começar pela análise de constatações de auditoria ou de ações corretivas pendentes, seguida de uma sessão de trabalho com um responsável de processo para integrar um novo requisito ESG no respetivo fluxo de trabalho. É provável que inclua a revisão de documentos, a verificação de que os procedimentos e registos continuam alinhados com os requisitos atuais das normas ISO 9001, 14001, 45001, 50001 ou 22301, e o acompanhamento de ações em aberto com os colegas. As reuniões com auditores internos ou externos e a preparação das revisões pela gestão serão tarefas recorrentes, tal como as conversas com a liderança sobre o alinhamento dos objetivos de sustentabilidade com a estratégia empresarial. O tempo restante será dedicado a projetos de otimização de processos ou de digitalização dos processos do sistema integrado de gestão, além de eventuais sessões de formação ou sensibilização dos colaboradores. O ritmo de trabalho deverá variar de acordo com o calendário de auditorias e os prazos regulamentares: as semanas que antecedem uma auditoria externa ou uma revisão pela gestão serão muito diferentes dos períodos mais tranquilos, dedicados ao desenvolvimento dos processos. A função parece ser exercida sobretudo nas instalações de Gmund, com alguma possibilidade de trabalho móvel e contacto internacional.

Que oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional oferece esta função?

A função é de nível sénior e tem alcance transversal, o que proporciona visibilidade junto da liderança através das revisões pela gestão e das auditorias. Entre as possíveis evoluções profissionais contam-se funções mais abrangentes de liderança em sustentabilidade ou ESG na G+D Louisenthal ou no grupo G+D, bem como uma transição para assuntos regulamentares ou excelência empresarial, consoante as competências que a pessoa venha a desenvolver. A responsabilidade pelo sistema integrado de gestão abrange qualidade, ambiente, segurança, energia e continuidade, pelo que a função pode servir de plataforma para áreas especializadas como gestão da energia, continuidade do negócio ou conformidade. A liderança de projetos de otimização de processos e eventual trabalho em LEAN Six Sigma também podem abrir caminho a funções de excelência operacional. As perspetivas de crescimento dependerão, em parte, da amplitude que a empresa atribuir à integração ESG. Se avançar para o relato formal de sustentabilidade destinado ao exterior, quem desempenhar esta função estará numa posição privilegiada para assumir essa responsabilidade — um passo significativo em termos de perfil profissional.

Principais partes interessadas com quem poderá trabalhar

As relações de trabalho mais próximas serão com os responsáveis pelos processos em toda a empresa, que terão de implementar e manter os requisitos relevantes para ESG nas respetivas áreas. A função aconselha-os e presta-lhes apoio, o que implica uma interação regular — por vezes, exigindo capacidade de persuasão — com responsáveis por processos de produção, administrativos e de suporte, e não apenas com a área da sustentabilidade. A liderança é outro grupo fundamental, com quem haverá contacto através das revisões pela gestão, das iniciativas de sustentabilidade e das decisões sobre a definição de objetivos ESG. Os auditores internos e externos constituem um terceiro grupo: a função acompanha as auditorias e transforma as respetivas constatações em melhorias conformes, pelo que a interação combina colaboração e escrutínio. Além disso, é de esperar contacto com equipas internacionais e multifuncionais de toda a G+D, dada a dimensão do grupo e a exigência de bilinguismo, e possivelmente, de forma indireta, com entidades reguladoras ou organismos de normalização, através da interpretação dos requisitos do Pacto Ecológico Europeu e das normas ISO. A rede de contactos é ampla e maioritariamente interna, sendo os auditores externos o principal interlocutor externo.

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