Esta função define a forma como as decisões relativas à sustentabilidade são governadas na sede e nas subsidiárias da Banpu. O responsável de secção estabelecerá mecanismos claros de supervisão e contribuirá para que as comissões, os processos de reclamação e os indicadores de desempenho ESG promovam uma responsabilização coerente em todo o grupo.
O trabalho liga as práticas de governação à estratégia de transição energética da Banpu, incluindo a ambição declarada de atingir a neutralidade carbónica até 2050 e a combinação de atividades nos setores do gás, das energias renováveis, da captura de carbono e da mineração. Mecanismos claros de escalonamento, canais de reclamação fiáveis e indicadores ESG relevantes podem ajudar a liderança a identificar preocupações e a acompanhar se os compromissos estão a ser concretizados em toda a empresa multinacional.
Esta função é adequada a alguém com experiência em processos de conselhos de administração ou comissões de gestão e capacidade para traduzir normas de governação em sistemas funcionais nas subsidiárias. A experiência em sustentabilidade, conformidade, diligência devida em matéria de direitos humanos ou mecanismos de reclamação será particularmente relevante, tal como a capacidade de lidar com questões sensíveis com ponderação.
Perguntas frequentes da vaga
Quais são as principais funções e responsabilidades desta função?
A função assegura a governação da supervisão da sustentabilidade entre a sede da Banpu e as subsidiárias, clarificando poderes de decisão, vias de escalada, responsabilidades e práticas de governação. Também apoia o Comité ESG ao nível do Conselho de Administração, coordenando agendas e documentação, registando decisões e acompanhando as ações.
Outra área central é a governação dos mecanismos de reclamação, incluindo acessibilidade, confidencialidade, investigação, reparação e reporte. A função supervisiona ainda a definição e implementação de KPI ESG, do CEO aos colaboradores, bem como políticas, procedimentos, controlos e reporte de governação para a gestão e o Conselho de Administração.
Principais oportunidades de aprendizagem nesta função
A função poderá aprofundar a experiência em governação da sustentabilidade ao nível do grupo, métricas de desempenho ESG, processos de comités do Conselho de Administração e sistemas de reclamação numa organização multinacional. O trabalho com várias subsidiárias poderá proporcionar uma perspetiva prática sobre a adaptação das normas de governação a diferentes contextos operacionais.
O anúncio faz referência às Diretrizes da OCDE e aos Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos. A função poderá permitir adquirir familiaridade com estes referenciais e a sua aplicação a controlos de governação e processos de reclamação relacionados com direitos humanos. O desenvolvimento profissional poderá incluir certificações relevantes em governação ou conformidade, embora não sejam indicadas formações específicas.
Como é o candidato ideal (experiência e competências)?
O anúncio procura candidatos com licenciatura em gestão, sustentabilidade, direito, políticas públicas, governação, risco, conformidade ou área relacionada, sendo preferível ter mestrado. Exige 5 a 8 anos de experiência em governação empresarial, conformidade jurídica ou gestão da sustentabilidade, incluindo 3 a 5 anos de apoio a atividades de governação ou comités.
Os candidatos mais fortes terão experiência na coordenação de processos de comités do Conselho de Administração ou da gestão e no trabalho com subsidiárias de um grupo multinacional. É valorizada a familiaridade com mecanismos de reclamação, sustentabilidade da cadeia de abastecimento ou diligência devida em matéria de direitos humanos. A clareza na escrita, o bom discernimento, a discrição e a capacidade de coordenação entre funções serão importantes para lidar com questões sensíveis e garantir o seguimento das decisões.
Como se destacar e apresentar uma candidatura bem-sucedida
Use exemplos que demonstrem como apoiou um conselho de administração ou uma comissão de gestão, desde o planeamento da agenda até ao acompanhamento das decisões. Explique o processo de governação em que trabalhou, o seu contributo específico e de que forma melhoraram as ações ou a supervisão.
Para esta função, relacione a sua experiência em sistemas de reclamação ou indicadores ESG com salvaguardas práticas, como a confidencialidade, a proteção contra retaliações, métodos de medição claros e uma avaliação justa. Se trabalhou com várias subsidiárias, explique como estabeleceu expectativas uniformes para o grupo, tendo em conta as necessidades operacionais locais. Refira as Diretrizes da OCDE ou os Princípios Orientadores das Nações Unidas apenas se conseguir descrever a sua aplicação prática.
Em que aspetos da sustentabilidade da empresa é provável que esta função se foque?
A sustentabilidade nesta função centra-se sobretudo nos sistemas que asseguram a supervisão e a responsabilização em matéria ESG nas empresas de energia da Banpu. A função abrange a supervisão por comissões, as políticas do grupo, os mecanismos de escalonamento e a elaboração de relatórios, articulando os indicadores ESG dos vários níveis da organização com a estratégia e as metas da empresa.
Inclui também uma dimensão social e de governação, através do acesso a mecanismos de reclamação, da confidencialidade, da proteção contra retaliações, da investigação e do acompanhamento das medidas corretivas. A Banpu declara ter a ambição de atingir a neutralidade carbónica até 2050 e assenta em pilares estratégicos que incluem a descarbonização, o gás e a captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS), as energias renováveis e a mineração de nova geração. Esta função apoia a governação destes compromissos, em vez de executar diretamente projetos técnicos.
Quais poderão ser os principais desafios para alguém nesta função?
Um dos principais desafios poderá ser assegurar uma governação coerente entre subsidiárias que operam em vários países e áreas de negócio, permitindo, ao mesmo tempo, que os processos se adaptem aos contextos locais. A definição clara de funções e vias de escalonamento poderá exigir coordenação entre equipas com sistemas e responsabilidades diferentes.
As reclamações e os indicadores de desempenho associados a ESG também exigem um tratamento cuidadoso. A função deve promover a confidencialidade e a proteção contra retaliações, garantindo simultaneamente a investigação e o acompanhamento atempados, e definir indicadores suficientemente claros e justos para permitir uma avaliação credível do desempenho. Os relatórios para o conselho de administração devem sintetizar questões complexas em decisões e ações úteis.
Como poderá ser um dia típico de alguém nesta função?
Um dia típico poderá combinar a análise de documentação de governação com a coordenação entre a sede e as subsidiárias. A função poderá preparar a agenda ou os documentos de apoio para uma comissão ESG, confirmar contributos junto das equipas relevantes, registar decisões e acompanhar ações pendentes.
Outras tarefas poderão incluir a análise de atualizações dos processos de reclamação, a verificação do acompanhamento das medidas corretivas, o aperfeiçoamento das definições dos indicadores ESG ou a preparação de relatórios de gestão sobre lacunas de governação. A distribuição das tarefas poderá variar em função das reuniões das comissões, dos ciclos de reporte ou de casos sensíveis que exijam escalonamento imediato.
Que oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional oferece esta função?
A função poderá proporcionar bases sólidas em governação da sustentabilidade à escala da empresa, supervisão pelo conselho de administração, sistemas de desempenho ESG e conceção de mecanismos de reclamação. O contacto com subsidiárias e decisores seniores poderá também desenvolver competências na gestão de processos transversais ao grupo e na apresentação de conclusões de governação à liderança.
A prazo, poderá abrir caminho a funções de liderança mais abrangentes na governação da sustentabilidade, à gestão ESG ou de conformidade, ou a uma função mais ampla na área da sustentabilidade empresarial. O anúncio não especifica um percurso de progressão, pelo que a evolução dependerá da estrutura da organização e das oportunidades futuras.
Principais interlocutores desta função
É provável que a função trabalhe com a comissão ESG ao nível do conselho de administração e com a equipa de gestão, incluindo os responsáveis pela estratégia e pelo desempenho em matéria de sustentabilidade. Irá também coordenar-se com as áreas da sede e as equipas das subsidiárias para clarificar responsabilidades de governação, recolher dados para os relatórios e acompanhar decisões.
Entre os outros interlocutores poderão estar as equipas jurídica, de conformidade, de risco, de recursos humanos e operacionais envolvidas nos indicadores ESG ou na investigação de reclamações. Consoante os casos ou as normas aplicáveis, o contacto poderá estender-se aos responsáveis pela diligência devida em matéria de direitos humanos e pela governação da sustentabilidade da cadeia de abastecimento.
Newsletter CSR Jobs
Nunca perca a próxima oportunidade
Receba uma seleção de novas vagas em RSE, ESG e sustentabilidade no seu e-mail. Sem ruído diário, apenas oportunidades úteis.
Já está subscrito
Quer receber oportunidades mais relevantes?
Partilhe o seu perfil do LinkedIn para nos ajudar a perceber melhor quais as vagas mais adequadas para si. Este passo é opcional.
Tudo pronto!
Obrigado por subscrever a newsletter CSR Jobs. Fique atento ao seu e-mail para descobrir novas oportunidades.
Algo correu mal. Por favor, tente novamente.
Cookies
A CSR Jobs utiliza cookies de análise e de marketing. Pode recusar sem afetar a sua navegação.