Esta função situa-se no cruzamento entre o desempenho ambiental e a transformação do negócio. Você ajudará a moldar a estratégia de pegada da Dassault Systèmes, contribuindo também para ofertas de sustentabilidade que respondam às necessidades dos clientes em diversos setores.
Isso é fundamental porque a empresa não está apenas gerindo os seus próprios impactos ambientais, mas também transformando a sustentabilidade num produto e numa proposta de mercado. Isso significa trabalhar simultaneamente em clima, recursos, relatórios e inovação, com influência real sobre equipes globais.
Este perfil é ideal para alguém que consiga combinar rigor técnico com diplomacia, trazer estrutura a projetos complexos e transitar facilmente entre relatórios, estratégia e coordenação de stakeholders em um ambiente internacional.
Perguntas frequentes da vaga
Quais são as principais missões e responsabilidades desta função?
A função parece se dividir entre duas agendas conectadas: a melhoria da pegada ambiental da própria empresa e o auxílio na construção da oferta de sustentabilidade para os clientes. No aspecto da pegada (footprint), o profissional provavelmente coordenará auditorias, definirá KPIs, acompanhará progressos em clima, energia, resíduos e recursos, e transformará as descobertas em planos de ação em múltiplas entidades.
No aspecto da marca positiva (handprint), a missão é mais voltada para o mercado: moldar soluções de sustentabilidade que apoiem a descarbonização, a circularidade e a conformidade regulatória para os clientes. Isso provavelmente envolve trabalhar com as equipes de produto, P&D, vendas e marca para traduzir as necessidades de sustentabilidade em ofertas concretas.
Uma parte fundamental do trabalho deve ser a influência multifuncional, garantindo que as metas sejam compreendidas, mensuradas e integradas além da equipe de sustentabilidade.
Principais oportunidades de aprendizado para esta vaga
Esta função pode proporcionar exposição tanto à governança de sustentabilidade corporativa quanto à inovação em sustentabilidade voltada ao produto, o que é uma combinação valiosa. O candidato poderá aprofundar seu domínio em relatórios ESG, KPIs ambientais e divulgações extrafinanceiras, enquanto aprende como a sustentabilidade é traduzida em soluções para clientes via software.
Como o escopo abrange entidades globais e múltiplos grupos de stakeholders, deve haver um aprendizado sólido em gestão de mudanças, facilitação interna e atuação em ambiente matricial. A menção ao EcoVadis, CDP e S&P sugere uma exposição útil aos principais frameworks de avaliação externa.
Também pode haver espaço para desenvolver expertise em estratégia de carbono, economia circular e storytelling de sustentabilidade para públicos internos e de mercado.
Qual é o perfil do candidato ideal (experiência, habilidades)?
O perfil ideal é provavelmente alguém com pelo menos seis anos de experiência em estratégia ambiental, CSR ou consultoria especializada, e maturidade suficiente para navegar em uma organização multinacional complexa. Uma formação em engenharia, administração ou graduação relevante em sustentabilidade seria adequada, especialmente se combinada com fluência em temas de clima, energia, resíduos, circularidade e regulamentações.
Tecnicamente, a empresa parece valorizar a facilidade com design de KPIs, planejamento de ações e padrões de relatórios extrafinanceiros. As soft skills são igualmente importantes: a capacidade de estruturar mensagens, influenciar stakeholders seniores e internacionais, e manter múltiplos projetos em andamento simultaneamente.
Um candidato que já tenha ajudado a implementar práticas de sustentabilidade entre equipes provavelmente se destacará, especialmente se conseguir vincular análises técnicas a decisões de negócios.
Dicas para se destacar e fazer uma candidatura bem-sucedida
Para se destacar, o candidato deve demonstrar que consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo: gerenciar o desempenho ambiental interno e ajudar a transformar a sustentabilidade em valor de negócio. A candidatura mais forte provavelmente incluiria exemplos concretos de sistemas de KPI, trabalhos de auditoria, ciclos de relatórios e coordenação multifuncional, e não apenas um interesse geral em sustentabilidade.
Também seria útil mencionar experiências com os frameworks citados na vaga, como URD, CDP, EcoVadis ou S&P, e explicar como você melhorou a qualidade dos dados, a governança ou a adesão dos stakeholders. Para a dimensão de handprint, destaque qualquer trabalho que vincule a sustentabilidade à estratégia de produto, ferramentas digitais, soluções de descarbonização ou casos de uso de economia circular.
Na entrevista, esteja preparado para explicar como você alinharia padrões globais com realidades locais em uma grande empresa internacional.
Em quais aspectos da sustentabilidade da empresa esta função provavelmente focará?
A função parece centrada em dois pilares de sustentabilidade interconectados: a redução da pegada ambiental da própria Dassault Systèmes e a expansão da capacidade da empresa de ajudar os clientes a descarbonizar. No lado da pegada, isso provavelmente inclui clima, uso de energia, resíduos, recursos e gestão de riscos ambientais em uma organização global.
No lado da marca positiva (handprint), o foco provavelmente está em softwares e serviços de sustentabilidade que apoiem as transições de clientes em setores como automotivo, têxtil e energia. Isso pode incluir ferramentas de economia circular, casos de uso de redução de emissões e até aplicações de sustentabilidade habilitadas por IA.
Dadas as referências a relatórios e classificações, a função também deve apoiar a credibilidade ESG externa da empresa por meio de divulgações estruturadas e acompanhamento de desempenho.
Quais são os principais desafios que alguém nesta função pode enfrentar?
Um desafio provável é equilibrar a ambição estratégica com a realidade operacional em diversos países e unidades de negócio. Mesmo com uma direção central forte, os planos ambientais podem estagnar se a qualidade dos dados, a responsabilidade ou a execução local forem irregulares.
Outra dificuldade pode ser traduzir conceitos de sustentabilidade em algo útil para as equipes de produto, vendas e P&D. A função provavelmente exige influência persistente sem autoridade formal, o que pode ser exigente em uma grande organização matricial.
Um terceiro desafio é gerenciar a agenda dupla de pegada (footprint) e marca positiva (handprint). Esses dois fluxos podem competir por atenção, portanto, a pessoa precisará de forte priorização e da capacidade de manter ambas as narrativas coerentes.
Como seria um dia típico para alguém nesta posição?
Um dia típico pode misturar acompanhamento de projetos, chamadas com stakeholders e trabalho analítico. A manhã pode começar com a revisão de KPIs ambientais, preparação de inputs para relatórios ou verificação do progresso de planos de ação com contatos regionais ou funcionais.
O meio do dia pode envolver sessões de trabalho com colegas de sustentabilidade, P&D, vendas ou marcas para moldar uma oferta de sustentabilidade voltada ao cliente, ou a coordenação da 3DS Net-Zero Task Force. Também pode haver tempo dedicado ao refinamento de mensagens para governança interna ou divulgação externa.
Mais tarde, a função pode migrar para a resolução de problemas: alinhar prioridades, buscar dados ou adaptar planos para diferentes entidades. O ritmo tende a ser variado, com mudanças frequentes de contexto entre estratégia, relatórios e colaboração.
Quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional nesta função?
Esta função pode ser uma excelente plataforma para expandir a atuação da gestão ambiental para a estratégia de sustentabilidade em nível empresarial. Por estar próxima tanto da governança corporativa quanto da inovação de produtos, pode abrir portas para lideranças sêniores de sustentabilidade, funções de transformação ou posições de estratégia de portfólio.
Também há espaço para construir um mix de habilidades muito valorizado no mercado: relatórios ESG, estratégia de carbono, engajamento de stakeholders e design de soluções de sustentabilidade. Em uma empresa tão grande e internacional como a Dassault Systèmes, a mobilidade interna pode, posteriormente, se estender a funções regionais de sustentabilidade ou liderança de sustentabilidade em unidades de negócio.
Se o profissional tiver um bom desempenho, poderá se tornar uma referência interna fundamental para a estratégia de footprint/handprint e ajudar a moldar o roadmap de sustentabilidade de longo prazo da empresa.
Principais stakeholders com quem você poderá interagir
Os principais stakeholders provavelmente incluirão a equipe central de Sustentabilidade, a alta liderança e as equipes responsáveis por relatórios e governança. Como a função abrange a pegada e a estratégia de portfólio do grupo, a interação com as áreas financeira, jurídica e de comunicação também poderá ser importante.
No lado operacional, o cargo provavelmente exigirá um trabalho próximo com P&D, Marcas, Indústrias e Vendas, além de equipes de entidades locais que fornecem dados ou implementam planos de ação. Os stakeholders externos podem incluir agências de classificação ESG e outras contrapartes relacionadas a relatórios.
Dado o escopo internacional, a função também pode envolver contato regular com gestores regionais ou nacionais que precisem de apoio para traduzir as metas globais de sustentabilidade em execução local.
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