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title: "Project Manager (Mechanical/ Clean/ Renewable Energy/ Sustainability/Building)"
canonical: https://csrjobs.club/pt/jobs/nanyang-technological-university-singapore-project-manager-mechanical-clean-renewable-energy-sustainability-building-c24b
locale: pt
description: "A Nanyang Technological University Singapore está a recrutar um Gestor de Projeto (Mecânica/Energia Limpa/Energias Renováveis/Sustentabilidade/Edifícios) para a CSR Jobs. Conheça esta função interna na área da sustentabilidade e candidate-se hoje."
updated: 2026-10-21
company: Nanyang Technological University Singapore
country: Singapura
contract: Full time
seniority: Mid-level
missions: ESG reporting, Corporate Carbon Footprint, Stakeholders engagement
job_type: Sustainability Manager, ESG/Sustainability Reporting Manager
posted: 2026-10-21
valid_through: 2026-11-20
apply: https://www.linkedin.com/jobs/view/4482029941
source: CSR Jobs
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# Project Manager (Mechanical/ Clean/ Renewable Energy/ Sustainability/Building)

Esta é uma função prática de gestão de projetos de investigação, integrada na equipa de Ambiente Construído Sustentável da NTU. Será responsável pela gestão quotidiana de um projeto sobre sistemas de arrefecimento hidrónico: coordenar os parceiros, instalar ambientes de ensaio e instrumentação, acompanhar o aprovisionamento e os KPI e transformar os dados dos ensaios em avaliações de desempenho e relatórios.

A refrigeração hidrónica é uma solução prática para reduzir o consumo energético dos edifícios numa cidade tropical. Por isso, este trabalho situa-se na intersecção entre a investigação em laboratório e a aplicação em edifícios reais. Os bancos de ensaio que ajudará a gerir destinam-se a validar tecnologias para edifícios sustentáveis em colaboração com parceiros da indústria, ligando diretamente esta função aos esforços de descarbonização do ambiente construído de Singapura.

Esta função é adequada a alguém que se sinta à vontade a alternar entre os pormenores de engenharia e a coordenação de projetos, tenha um mestrado numa área relevante da engenharia ou dos edifícios sustentáveis e esteja disponível para assumir tarefas fora da rotina quando for necessário reparar um banco de ensaio ou convencer um parceiro.

## Perguntas frequentes da vaga

### Quais são as principais funções e responsabilidades desta função?

A missão principal é assegurar o avanço do projeto de arrefecimento hidrónico, desde a conceção da investigação até à implementação em ambiente de teste e à validação dos resultados. No dia a dia, isso implica apoiar projetos da SBE com trabalho de I&D, avaliação de tecnologias, coordenação de projetos e articulação com as partes interessadas, servindo muitas vezes de ligação entre a equipa de investigação, os parceiros industriais e outras entidades externas.

Outra área de responsabilidade é a implementação técnica: preparar ambientes de teste e instrumentação, supervisionar os sistemas de hardware e software utilizados nos ensaios e realizar análises e avaliações de desempenho à medida que os dados são recolhidos. Caberá também liderar a preparação e entrega de relatórios de projeto e de ensaio, bem como apoiar publicações técnicas quando a investigação produzir resultados publicáveis.

Na vertente de coordenação, a função abrange as aquisições, o acompanhamento do progresso, a elaboração de relatórios de KPI e a organização de workshops, seminários e ações de divulgação para o setor. O objetivo global é garantir que o projeto produz resultados demonstráveis e bem documentados, que os parceiros industriais possam aproveitar, em vez de ficar limitado a conclusões obtidas à escala laboratorial.

### Principais oportunidades de aprendizagem nesta função

A função proporciona contacto aprofundado com tecnologias de arrefecimento hidrónico sustentáveis e soluções para edifícios ecológicos, num ambiente de ensaio em condições reais. É provável que desenvolva competências práticas em instrumentação de ensaio, avaliação de desempenho, medição e verificação de energia e, consoante a configuração do projeto, possivelmente programação de PLC, IoT ou monitorização baseada na cloud.

Por integrar o ERI@N, terá acesso a um contexto de investigação mais amplo, que abrange a modelação energética de edifícios, o armazenamento de energia térmica e o controlo de edifícios baseado em dados. O trabalho com investigadores e parceiros da indústria também poderá familiarizá-lo com ferramentas como Modelica ou Dymola e com os desafios reais de implementar tecnologia à escala de um bairro ou de um edifício.

Do ponto de vista profissional, as responsabilidades de coordenação proporcionam experiência em gestão de partes interessadas, aprovisionamento, acompanhamento de KPI e organização de workshops. Para quem pretende seguir uma carreira na sustentabilidade do ambiente construído, a combinação de experiência na validação técnica e na execução de projetos com vários intervenientes deverá constituir uma base sólida, inclusive para futuros projetos ligados a sistemas de certificação de edifícios sustentáveis.

### Quais são as características do candidato ideal (experiência e competências)?

O requisito de base indicado é um mestrado em engenharia — nas áreas de mecânica, energia limpa ou renovável, sustentabilidade ou edifícios — ou em conceção de edifícios sustentáveis. Além disso, é valorizada experiência de pelo menos dois anos em conceção ou análise sustentável do ambiente construído, em projetos Green Mark ou LEED e em construção e desenvolvimento de instalações mecânicas e elétricas (M&E).

É importante ter bons conhecimentos técnicos: são mencionados MS Office, programação de PLC, desenvolvimento de soluções IoT ou cloud e Modelica, Dymola ou software de modelação energética. Uma experiência em arrefecimento à escala de bairros, AVAC, tecnologia para edifícios sustentáveis, conceção sustentável de edifícios e medição e verificação de energia reforçará a candidatura, tal como conhecimentos de instrumentação de ensaio e de normas de sustentabilidade ou certificações de edifícios sustentáveis.

O perfil de competências interpessoais também é bastante específico. A equipa procura alguém muito prático, disponível para assumir tarefas não rotineiras, que comunique bem, por escrito e presencialmente, saiba gerir vários intervenientes e cumpra prazos exigentes. Uma atitude positiva e a capacidade de trabalhar tanto de forma autónoma como em equipa completam o perfil.

### Conselhos para se destacar e apresentar uma candidatura bem-sucedida

Adapte a candidatura ao arrefecimento hidrónico e à implementação de ambientes de ensaio, em vez de falar de sustentabilidade em termos genéricos. Se trabalhou em AVAC, arrefecimento urbano, sistemas de água refrigerada ou medição de energia em edifícios, seja concreto: indique o sistema, a escala, o seu papel e os resultados medidos. Se tiver experiência em projetos Green Mark ou LEED e em construção M&E, refira-a explicitamente, uma vez que o anúncio a destaca.

Do ponto de vista técnico, enumere as ferramentas que utiliza efetivamente, como Modelica ou Dymola, software de modelação energética, programação de PLC, plataformas IoT ou cloud e instrumentação de ensaio. Como a equipa valoriza a capacidade prática, um exemplo breve de uma ocasião em que instalou, colocou em serviço ou reparou equipamento será mais convincente do que uma afirmação genérica de que tem perfil prático. O mesmo se aplica à colaboração com partes interessadas: dê um exemplo de coordenação com parceiros da indústria, fornecedores ou entidades financiadoras.

Na carta de apresentação, relacione a sua motivação com a agenda da SBE no ERI@N, a descarbonização dos edifícios em climas tropicais e a transformação da investigação em tecnologia pronta a implementar. Demonstre que compreende a diferença entre uma experiência de laboratório e um ambiente de ensaio em funcionamento. Seja específico e mantenha um tom moderado; na entrevista, esteja preparado para falar dos aspetos práticos da coordenação de projetos, como aprovisionamento, acompanhamento de KPI e elaboração de relatórios.

### Em que aspetos da sustentabilidade da organização deverá esta função centrar-se?

O foco da sustentabilidade está no ambiente construído, mais especificamente em sistemas de arrefecimento hidrónico sustentáveis. A função deverá contribuir para reduzir a procura de energia para arrefecimento e melhorar a eficiência dos sistemas em edifícios tropicais — uma das principais fontes de consumo energético em Singapura. O trabalho está ligado à investigação aplicada em AVAC, armazenamento de energia térmica e controlo de edifícios baseado em dados, contribuindo diretamente para estratégias de descarbonização do edificado.

Como o ERI@N trabalha com parceiros da indústria e ambientes de ensaio, a função também abrange a implementação de tecnologias para edifícios sustentáveis, incluindo a avaliação do desempenho dos sistemas em condições reais de funcionamento e a medição e verificação desse desempenho. Se o projeto estiver associado ao Green Mark, ao LEED ou a referenciais semelhantes, poderá também envolver a produção de evidências que apoiem decisões de certificação ou reabilitação.

Num plano institucional mais amplo, a NTU é simultaneamente uma universidade e uma grande entidade gestora de património imobiliário, pelo que os resultados da investigação podem contribuir tanto para a gestão energética do campus como para projetos externos. É pouco provável que a função envolva relatórios ESG corporativos ou temas relacionados com a cadeia de abastecimento; o seu contributo para a sustentabilidade é de natureza técnica e orientado para projetos.

### Quais são os principais desafios que alguém nesta função poderá enfrentar?

Um dos desafios prováveis é a diferença entre os prazos da investigação e os da indústria. A implementação de um ambiente de ensaio depende da disponibilidade das instalações, das decisões dos parceiros e da entrega de equipamento — fatores que o gestor de projeto não controla totalmente. Por isso, manter os KPI e os relatórios em dia pode exigir acompanhamento persistente e uma gestão cuidadosa das expectativas.

Outro desafio é a amplitude técnica da função. Abrange arrefecimento hidrónico, AVAC, instrumentação, programação de PLC, IoT e modelação energética, e exige trabalho prático sempre que seja necessário instalar, verificar ou reparar algo. Alguém com fortes competências de coordenação de projetos, mas poucos conhecimentos dos sistemas físicos — ou o contrário — poderá sentir que algumas partes da função são exigentes.

A complexidade dos intervenientes acrescenta uma terceira dimensão. A função implica trabalhar com a gestão interna, entidades financiadoras externas, colaboradores e parceiros da indústria, muitas vezes com prazos apertados. O facto de só os candidatos selecionados para a fase seguinte serem contactados sugere também um processo competitivo. Conciliar trabalho de engenharia detalhado com relatórios, aprovisionamento e organização de workshops exige uma boa capacidade de definir prioridades.

### Como poderá ser um dia típico para alguém nesta função?

Não há dois dias iguais, mas é provável que uma parte significativa do tempo seja passada entre o ambiente de ensaio e a secretária. Isso poderá envolver verificar leituras de instrumentação, resolver problemas num circuito de arrefecimento hidrónico ou num sistema de controlo, em conjunto com técnicos ou estudantes, e depois transformar os resultados em dados de desempenho, notas de progresso ou secções de um relatório. O acompanhamento de aprovisionamento, a atualização dos KPI e o agendamento de atividades são tarefas regulares.

A coordenação deverá ocupar uma parte considerável da semana: reuniões com colegas da SBE, contactos no local com parceiros da indústria sobre acesso às instalações ou trabalhos de instalação e troca de informações com colaboradores externos ou entidades financiadoras. Poderá também preparar apresentações ou dinamizar uma sessão de trabalho quando for necessário reunir vários intervenientes para tomar uma decisão.

Os períodos de atividade intensa no ambiente de ensaio — por exemplo, durante a colocação em serviço ou uma campanha de medições — serão muito diferentes das fases mais calmas, dedicadas à análise, redação e preparação de workshops. A função parece adequar-se a quem consegue alternar entre trabalho prático e documentação sem perder o fio à meada.

### Que oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional oferece esta função?

No ERI@N, a execução bem-sucedida de um projeto de ambiente de ensaio com elevada visibilidade poderá abrir caminho a funções em programas de maior dimensão ou à liderança de projetos relacionados no portefólio da SBE. O instituto desenvolve vários programas interdisciplinares e laboratórios vivos, pelo que alguém com bons resultados poderá transitar para áreas de investigação próximas, relacionadas com energia ou ambiente construído.

A função também permite construir um percurso profissional valorizado para além da academia. A experiência na implementação de sistemas de arrefecimento hidrónico, na medição e verificação e em ambientes de ensaio desenvolvidos com a indústria é relevante para consultoras de engenharia, proprietários de edifícios, fornecedores de tecnologia e equipas de sustentabilidade do setor imobiliário. Publicações técnicas e participação em conferências, caso se concretizem, reforçam ainda mais o perfil profissional.

O crescimento nesta função dependerá provavelmente do grau de iniciativa que assumir. Tomar a liderança no acompanhamento dos KPI, nas relações com parceiros e na realização de workshops proporciona experiência visível em liderança de projetos. Em paralelo, aprofundar uma especialização — como controlo de edifícios, sistemas térmicos ou modelação energética — poderá abrir caminho, mais tarde, a funções técnicas ou de gestão de programas de maior senioridade.

### Principais partes interessadas com quem poderá interagir

As relações de trabalho mais próximas serão com a equipa da SBE no ERI@N, incluindo investigadores, engenheiros e, provavelmente, estudantes envolvidos no projeto. Terá também contacto com outros programas do ERI@N e com unidades da NTU que apoiam o aprovisionamento, as instalações ou a administração da investigação.

A nível externo, o anúncio destaca os parceiros da indústria, bem como os parceiros do projeto e as entidades financiadoras. A interação poderá ir de conversas com responsáveis sobre a orientação do projeto a sessões de trabalho sobre instalação, acesso às instalações e funcionamento do ambiente de ensaio. Como a função inclui workshops e atividades de divulgação, poderá também contactar participantes em seminários, fornecedores de tecnologia e redes profissionais.

Estas relações são colaborativas, mas exigem sentido de responsabilidade: muitas vezes, caberá a si alinhar as várias partes quanto a prazos, resultados a entregar e decisões técnicas, bem como representar o projeto em apresentações ou sessões de discussão orientadas.

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